segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

TROTES BESTAS

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/trote+de+alunos+da+unb+e+alvo+de+representacao+no+df/n1237971821719.htmlESTUDANTES DA UNB ENVOLVIDOS EM MAIS UM TROTE HUMILHANTE E CONSTRANGEDOR - MUITO TRISTE QUE UNIVERSITÁRIOS NÃO TENHAM BOM SENSO PARA DISTINGUIR O CERTO E O ERRADO, A BRINCADEIRA E O ABUSO....ESSES TROTES RIDÍDULOS DEVEM SER TRATADO COM MAIOR RIGOR PELA SOCIEDADE, PUNINDO COM FIRMEZA PARA QUE NÃO SE REPITAM CASOS TRISTES COMO O DA UNB.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PROCESSO ELETRONICO NA EJ DO TRT PR


TRT oferece treinamento a advogados para o processo eletrônico

A partir de janeiro, os processos na Justiça do Trabalho na Capital
irão tramitar exclusivamente em meio eletrônico
SÃO 300 VAGAS


INSCRIÇÕES PELO EMAIL escolajudicial@trt9.jus.br

O Tribunal Regional do Trabalho dará treinamento aos advogados para auxiliá-los na etapa final de implantação do processo judicial eletrônico. A partir de janeiro, todos os processos ajuizados na Justiça do Trabalho em Curitiba passarão a ser exclusivamente digitais, sem papel. Até meados de 2011, a mudança será ampliada para todo o Paraná.
Para se inscrever, os interessados devem mandar email para a Escola Judicial do TRT-PR: escolajudicial@trt9.jus.br.
Os advogados poderão levar consigo seus estagiários e assistentes, para que também recebam o treinamento. Nessa semana, há vagas para três turmas de aproximadamente cem pessoas. As oficinas serão realizadas nos dias 13, 14 e 15 de dezembro, a partir das 17:30h, no auditório da Escola Judicial (Avenida Vicente Machado, 400, Centro).
Apoio – Os advogados podem ficar absolutamente tranqüilos com a implantação do processo eletrônico, sustenta o juiz Bráulio Gusmão, gestor da implantação no TRT-PR. Segundo ele, uma força-tarefa está sendo preparada para apoiar os profissionais nas Varas da Capital nas primeiras semanas do novo sistema. Servidores treinados estão sendo destacados para permanecer no Fórum, nos setores de protocolo e distribuição, para assessorar em tudo o que for necessário. “O dia 7 de janeiro é uma data de corte, a partir de então não teremos mais processos trabalhistas em Curitiba fora do meio eletrônico, mas isso não significa um rompimento, e sim uma transição”, completou o juiz. O que interessa ao Tribunal, disse ele, “é que tudo dê certo e que a implantação seja um sucesso, portanto nosso compromisso é de auxílio e parceria com os advogados.”




sexta-feira, 19 de novembro de 2010

tarda mas nao falha

Processo ajuizado em 10.08.1983 na JCJ (então única) de Maringá, sendo a empresa da cidade de Atalaia.


Ausente a Ré, foi condenada à revelia, em sentença lavrada pelo Nacif, em audiência, no dia 31.10.1983, com trânsito em julgado em 25.11.1983.

Cálculos de liquidação totalizaram Cr$187.465,42 em 29.11.1983, sendo feitos em cinco linhas, reportando-se a cálculo da inicial.

Diligência citatória foi infrutífera, não sendo localizados representantes da devedora no endereço fornecido.

Depois de ser suspenso o processo por 60 dias para o Reclamante diligenciar quanto ao endereço, determinou-se suspensão da execução por um ano. No transcurso, os autos foram remetidos ao arquivo provisório em Maringá, sendo posteriormente remetidos a Nova Esperança, com a criação da VT.

Desarquivados quando da revisão do arquivo provisório, em consulta ao site da Receita obtivemos o CNPJ da empresa. Em pesquisa na internet, descobrimos o endereço atualizado dela, em Goiás. Atualizada a conta geral, reiniciou-se a execução, com tentativa de citação da pessoa jurídica, despersonalização, citação de sócios. Bloqueio no BACEN/JUD apreendeu valor insignificante. Pesquisando no RENAJUD, descobrimos a existência de veículos em nome dos sócios. Em consulta ao SERPRO, identificamos os sócios e obtivemos seus endereços atualizados.

Não sendo pago o débito, foi emitida ordem de bloqueio eletrônico dos veículos (RENAJUD), para posterior formalização da penhora, via CP.

A informação quanto à retenção do veículo em blitz foi dada pelo próprio sócio executado, quando entrou em contato com a Secretaria, solicitando o valor atualizado do débito para realizar depósito para pagamento na VT deprecada (Goiânia-GO).

Esta foi a epopéia do processo do Sêo Espedito João do Nascimento, que compareceu com a esposa à Secretaria da VT para receber sua Guia.



quinta-feira, 18 de novembro de 2010

PÓS GRADUACAO DA EMATRA 2011

As inscrições para a Pós graduação da Escola da Associação dos Magistrados do Trabalho do Paraná estarão com inscrições abertas a partir de 03/01/2011. A pós é em trabalho, previdenciário e processo e esse ano foi muito bem avaliada pelos alunos. As vagas são limitadas a 60 inscritos. http://www.amatra9.org.br/


terça-feira, 29 de junho de 2010

USO IRREGULAR DO BRASAO

Justiça considera irregular o uso de brasão da República em guia de contribuição sindical pela Confederação Nacional da Agricultura








Utilização do símbolo pode coagir as pessoas a pagarem a guia







A Justiça do Trabalho do Paraná considerou abusivo o uso do brasão da República Federativa do Brasil na emissão de demonstrativos de crédito e guias de recolhimento de contribuição sindical por parte da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Nas guias, a CNA escrevia seu nome ao lado do brasão da República e da denominação do Ministério do Trabalho e Emprego. O entendimento da Justiça é que a Confederação Nacional da Agricultura não integra a estrutura funcional da Administração Pública Federal, não é órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e não está autorizada a utilizar o brasão da República. “Ao receber a guia de recolhimento nessas condições, o devedor pode se sentir coagido a cumprir a obrigação por deduzir que está diante do Estado e não de entidade privada, conduta que não deve ser aceita pelo Poder Judiciário”, enfatizou a sentença.





A decisão da 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, conforme voto do desembargador relator Sergio Murilo Rodrigues Lemos, manteve a decisão do Primeiro Grau quanto à irregularidade, inclusive quanto à determinação de levar o conhecimento do ocorrido ao Ministério Público Federal e à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, para que adotem as providências que entenderem cabíveis.



O Código Penal (art. 296, § 1º, item III) considera crime o uso indevido de marcas, logotipos, siglas ou quaisquer outros símbolos utilizados por órgãos ou entidades da Administração Publica e prevê pena de reclusão de dois a seis anos e multa, cabendo aos órgãos competentes apurar essa conduta.







(ROPS 00661-2009-653-9-00-7)





(Nelson Copruchinski)



Assessoria de Imprensa do TRT-PR

(41) 3310-7313

imprensa@trt9.jus.br



domingo, 6 de junho de 2010

PARANÁ CONTRA A CORRUPÇÃO

Paraná sai às ruas para pedir o fim da corrupção


Movimento pela transparência no poder público realiza na próxima terça-feira protestos em nove cidades do estado



06/06/2010
00:18
Caroline Olinda

Comunicar errosRSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letraNa próxima terça-feira, o movimento “O Paraná que Queremos” reunirá, em oito cidades do estado, paranaenses de diversos segmentos da sociedade para protestar contra a corrupção e por mais transparência na administração pública.



Até agora, a causa conta com o apoio de 406 entidades, 773 em­­­presas e 18.952 pessoas. O movimento, encabeçado pela seccional paranaense da Ordem dos Advo­­­gados do Brasil (OAB-PR), foi motivado pela série de denúncias apresentadas pela Gazeta do Povo e RPC TV sobre as irregularidades en­­volvendo a Assembleia Legis­­­lativa do Paraná.



Confira quais cidades vão realizar manifestações contra a corrupção na próxima terça-feira:

Curitiba



Horário: 18 horas



Local: Boca Maldita



Londrina



Horário: 18 horas



Local: Calçadão da Avenida Paraná



Maringá



Horário: 17h30



Local: Sincomar



Ponta Grossa



Horário: 18 horas



Local: Terminal de Ônibus do Parque Ambiental



Cascavel



Horário: 18 horas



Local: Calçadão (em frente à Catedral)



Foz do Iguaçu



Horário: 17 horas



Local: Avenida Brasil



Guarapuava



Horário: 18 horas



Local: Calçadão do centro



Pato Branco



Horário: 18 horas



Local: Plenário da Câmara Municipal



Fonte: OAB-PR



Engajamento - Em Curitiba, manifestação terá atrações musicais

A programação da manifestação do movimento “O Paraná que Queremos” em Curitiba começará às 18 horas. Entre as atrações do evento na capital estão as bandas de rock Blindagem e Terminal Guadalupe, ambas paranaenses.



“Sempre estamos a favor de qualquer tipo de ação que gere um comportamento mais ético”, diz o guitarrista da banda Blindagem, Roberto Moraes. O músico João Lopes, autor e intérprete da música Bicho do Paraná, também se apresentará na Boca Maldita. A atriz Mell deve se apresentar logo depois dele para cantar o hino nacional.



O ator e dramaturgo João Luiz Fiani é outro artista do estado que participará da manifestação. Ele subirá ao palco, que será montado na Boca Maldita, para chamar a atenção dos paranaenses para o caso dos Diários Secretos, da Assembleia Legislativa, que acabou levando ao movimento “O Paraná que Queremos”. (CO)



Saiba mais

Caminhando pela verdadeNa lista de apoiadores da campanha “O Paraná que Queremos” estão sindicatos de trabalhadores, representantes do empresariado, a classe estudantil, associações de bairros e instituições religiosas.



No entendimento do cientista político

Adriano Codato, da Uni­­ver­­­sidade Federal do Paraná (UFPR), o movimento consegue reunir tantos segmentos sociais por defender uma causa ampla e considerada justa. “Quanto mais genérica e mais justa a causa, mais fácil congregar muita gente, o que é importante”, diz Codato.



Na avaliação dele, grandes mobilizações que ganham as ruas têm ainda mais importância por serem cada vez mais raras. “Quan­­to mais gente está presente em protestos como esse, mais significativos eles são. Ainda mais porque eles acontecem cada vez menos. Então, quando ocorrem, é um sinal de que a situação está difícil para eles [os políticos]”, afirma o cientista político.



Boca Maldita



A mobilização da terça-feira será feita simultaneamente em pelo menos oito cidades do estado (veja mais no quadro abaixo). Na capital, o evento será realizado na Boca Maldita, centro da cidade.



Tradicional reduto de manifestações e discussões políticas, o local já serviu de palco para grandes manifestações por causas que marcaram a história política brasileira. Em 1984, a Boca Maldita recebeu o primeiro comício da campanha das Diretas Já. Na ocasião, cerca de 50 mil pessoas estiveram no calçadão para pedir a volta das eleições diretas para presidente no país.



Em 1992, a Boca voltou a ser cenário de mobilização por uma causa nacional. Dessa vez, os caras-pintadas tomaram esse pedaço do calçadão da Rua XV para pedir o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello.



Na manifestação de terça-feira, os paranaenses vão às ruas por uma causa estadual. “Essa é uma resposta positiva da sociedade paranaense às denúncias que envolvem a Assembleia. Acredito que grandes mudanças para o estado e para o país começam assim”, diz o presidente da União Para­­­naense dos Estudantes (UPE), Pau­­­lo Moreira Júnior.



A UPE está entre as instituições que apoiam movimento “O Paraná que Queremos” e esteve desde o início envolvida nos protestos contra a série de irregularidades envolvendo o Legislativo estadual. Para chamar os estudantes para a manifestação, diversos centros acadêmicos estão divulgando o evento entre os estudantes.



Já sindicalistas ligados à Força Sindical, à União Geral dos Traba­­­lhadores (UGT), ao Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba e à Federação dos Metalúrgicos do Paraná estão convocando trabalhadores para o protesto. “Estamos mostrando para o cidadão que aquilo [as irregularidades na Assembleia] faz parte da vida dele. É o imposto dele que está sendo desviado; é a educação, a saúde que fica com menos dinheiro”, co­­­­menta o presidente da UGT, Mar­­­celo Urbaneja.



O movimento também conta com o apoio de artistas paranaenses. A banda de rock Blindagem, por exemplo, confirmou presença como uma das atrações musicais para atrair pessoas à manifestação. O guitarrista da banda, Alberto Rodrigues, aposta que o movimento “O Paraná que Queremos” terá reflexos no futuro. “Daqui a dez anos, a gente espera que [a política] seja diferente, que ter um estado completamente transparente seja normal”, diz ele.



O presidente da Associação dos Amigos do Bairro São Lourenço, Cezar Paes Lemos, também vê o movimento como uma iniciativa com reflexos nos próximos anos. “Espero que desperte uma consciência cidadã maior, que as pessoas entendam a situação de agora e que isso ajude a formar uma massa crítica para o futuro.”



Veja imagens dos grandes movimentos "Caras-pintada" e "Diretas já"